Cientistas de Pé: Stand-up Comedy Ciêntifica a não perder!
Publicado a : 01-12-2011 | Por : ParaRir |
0
Mas a actuação dos Cientistas de Pé não foi a pagar. Estavam ali para apoiar o lançamento do livro Darwin aos Tiros e Outras Histórias de Ciência, do físico Carlos Fiolhais e do bioquímico David Marçal, que também é fundador do grupo de stand up. O humor cruzou-se das piadas em palco à versatilidade das histórias científicas contadas no livro, distribuídas por todas as disciplinas das ciências e até das pseudociências.
O percurso de David Marçal foi traçado entre o laboratório e as crónicas humorísticas n’ O Inimigo Público, suplemento satírico do diário Público. A certa altura, as experiências encontraram-se pelo caminho e Marçal percebeu que «se escrevesse piadas sobre ciência criava um nicho. Se escrevesse piadas sobre outros assuntos», brinca, «tinha de ter mais piada que os outros, o que nunca me pareceu uma boa estratégia».
Enquanto gere o grupo que fundou em 2009 – e que já sofreu, este ano, uma remodelação, devido à inevitável ‘fuga de cérebros’ nestes ofícios – Marçal está a tirar pós-doutoramento na sua área, depois de ter sido investigador no Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa.
Já tinha passado por uma experiência teatral, no grupo Teatro do Oprimido, que deve as técnicas de representação ao princípio de que todos somos actores, até os espectadores, doutrina do dramaturgo brasileiro Augusto Boal (1931-2009). Por sinal, Boal também cruzava uma área artística com a ciência, pois era químico de formação.
A ideia dos Cientistas de Pé é evidente. Tentar comunicar ciência com humor, numa linguagem acessível. As tarefas são asseguradas pelo apoio de David Marçal nos textos e do encenador Romeu Costa na libertação da linguagem corporal. Afinal, trata-se de cientistas e não de actores.
Vindos das mais diversas áreas, dizem que aprendem muito sobre outras ciências, já que a escrita é debatida permanentemente. Da bioquímica à biologia marinha, passando pela arqueologia, tudo é discutido. Leonor Medeiros representa esta última disciplina e confessa que a maior dificuldade que sentiu foi dedicar-se «à escrita com piada».
A selecção é feita a partir de audições anunciadas pelo blogue do grupo (http://cientistasdepe.blogspot.com/) ou pelo Facebook dos Cientistas de Pé. João Cruz, biólogo marinho, foi dos que respondeu à chamada. Criou um rap num dos espectáculos anteriores e voltou à carga com ele no Colombo. «É uma forma mais divertida de comunicar a ciência». Concorrência aos Buraka Som Sistema? Não, «eles são da Reboleira. Mas Reboleira Som Sistema não ia soar muito bem…».
Joaquim Paulo Nogueira, o único actor do grupo, é doutorando em Ciências da Comunicação. A experiência dos palcos não foi um salvo-conduto para o stand up: «Tenho uma incapacidade completa de contar anedotas». Mas o tempo passado com os Cientistas de Pé serviu-lhe para superar a crónica falta de piada. Ou não fosse o riso, como disse Joaquim na apresentação, «o Prozac dos pobres»…
Este artigo foi escrito pelo jornalista Ricardo Nabais e publicado originalmente no Jornal SOL, tendo sido republicado no pararir.com com a autorização expressa do autor.
A próxima actuação dos Cientistas de Pé vai ser dia 5 de Dezembro às 19:30h no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra! Quem estiver por lá dê uma saltada e solte uma risada com os cientistas de pé! ^_^’
AVISO: A anedota que se segue não é politicamente correcta!
Publicado a : 21-11-2011 | Por : ParaRir |
0
Manifesto Masculino
Publicado a : 19-11-2011 | Por : ParaRir |
0
MULHER!!!
- Se pensas que estás gorda, é bem provável que estejas certa. Não me perguntes. Negar-me-ei a responder.
- Se não te vestires como as modelos de lingerie não esperes que eu me comporte como os galãs das novelas.
- Se quiseres algo, pede. Deixemos isto claro: as indirectas subtis não funcionam. As indirectas directas não funcionam. As indirectas muito óbvias também não funcionam. Diz as coisas tal como elas são.
- Se fizeres uma pergunta para a qual não queres resposta, não te zangues ao ouvir o que não querias.
- Às vezes não estou a pensar em ti. Não penso em nada. Por favor, acostuma-te a isto. Não me perguntes no que estou a pensar, a menos que estejas pronta para falar de temas como política, economia, futebol ou carros desportivos.
- Domingo = Almoço/Amigos/Desporto na TV. É como a lua cheia ou a maré. Não pode ser evitado.
- Ir às compras não é divertido, e não, nunca vou pensar assim.
- Quando temos que ir a algum lado, absolutamente qualquer coisa que vestires está bom. EFECTIVAMENTE.
- Tens roupa suficiente! Tens sapatos demais. O choro é chantagem.
- A maioria dos homens tem três pares de sapatos. O que te faz pensar que eu sirvo para decidir qual dos 30 pares que tens vai melhor com aquele vestido?
- Simples SIM e NÃO, são respostas perfeitamente aceitáveis para qualquer pergunta.
- Vem ter comigo com um problema somente se quiseres realmente ajuda para o resolver. Para isso, sirvo. Não me peças empatia como se eu fosse uma das tuas amigas.
- Uma enxaqueca que dura 17 meses é um problema. O melhor é ires ao médico.
- Se algo que eu disse puder ser interpretado de varias formas e uma delas te deixa triste ou zangada, a minha intenção era dizer a outra.
- TODOS nós homens vemos não mais do que 16 cores. O salmão é um peixe e não uma cor.
- Onde eu tiver comichão, vou coçar-me. Não importa quando, onde, nem na frente de quem.
- A cerveja emociona-nos tanto como as carteiras a vocês.
- Se eu perguntar se se passa algo e a tua resposta for “nada”, a minha reacção será como se nada estivesse a passar-se.
- Que raio é a cor “fucsia”? E mais: como é que essa porcaria se escreve?
- Não me perguntes “Amas-me?” Tem a certeza de que se não te amasse não estaria contigo.







Um gay vai ao médico. Queixa-se de problemas intestinais…


Numa casa para deficientes, o professor ia a passar no refeitório quando o cozinheiro lhe pergunta: