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Pára o ACTA antes que o ACTA te pare a ti!

Poemas de Noivado

Publicado a : 23-07-2011 | Por : ParaRir |

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O noivo escreveu um poema pra noiva um pouco antes do casamento

Que feliz sou eu, meu amor!.
Já, já estaremos casados.

Com ovos bem mexidinhos.
Tudo pronto bem cedinho.
Depois irei para o trabalho.
E você para o mercado.

Daí você corre pra casa.
Rapidinho arruma tudo.
E corre pro seu trabalho.
Para começar o seu turno.
Você sabe que de noite.
Gosto de jantar bem cedo.
De ver você bem bonita.
Alegre e sorridente.

Pela noite minisséries.
Cineminha bem barato.
Nada, nada de shoppings.
Nem de restaurantes caros.

Você vai cozinhar pra mim.
Comidinhas bem caseiras.
Pois não sou dessas pessoas.
Que gosta de comer besteiras….

Você não acha, querida.
Que esses dias serão gloriosos?.
Não se esqueça, meu amor.
Que logo seremos esposos!.

Como resposta, a noiva escreveu um poema para o noivo:

Que sincero meu amor!.
Que oportunas tuas palavras!.
Esperas tanto de mim.
Que me sinto intimidada.

Não sei fazer ovo mexido.
Como sua mãe adorada.
Meu pão torrado se queima.
De cozinha não sei nada!.

Gosto muito de dormir.
Até tarde, relaxada.
Ir ao shopping fazer compras.
Com o Visa tarja dourada.

Sair com minhas amigas.
Comprar só roupa de marca.
Sapatos só exclusivos.
E as lingeries mais caras.

Pense bem, que ainda há tempo.
A igreja não está paga.
Eu devolvo meu vestido.
E você seu terno de gala.

E domingo bem cedinho.
Prá começar a semana.
Ponha aviso num jornal.
Com letras bem destacadas:

HOMEM JOVEM E BONITO.
PROCURA ESCRAVA BEM LERDA.
PORQUE SUA EX-FUTURA ESPOSA.
MANDOU ELE IR À MERDA!.

Poema Noivado

Prova global de Português 9º ano

Publicado a : 24-06-2011 | Por : ParaRir |

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Texto verídico retirado de uma prova global de Português, realizada por um aluno do 9º ano, numa Escola Secundária das Caldas da Rainha, para ler e tentar perceber ^_^

Se não entenderem à 1ª tentem uma 2ª vez porque assim se escreve na nova geração, que só escreve em telemóveis e Internet… qual acordo ortográfico com que…

Composição: “O PIPOL E A ESCOLA”

Eu axo q os alunos n devem d xumbar qd n vam á escola. Pq o aluno tb tem Direitos e se n vai á escola latrá os seus motivos pq isto tb é perciso ver q á razões qd um aluno não vai á escola. Primeiros a peçoa n se sente motivada pq axa q a escola e a iducação estam uma beca sobre alurizadas.

Valáver, o q é q intereça a um bacano se o quelima de trásosmontes é munto Montanhoso? Ou se a ecuação é exdruxula ou alcalina? Ou cuantas estrofes tem um cuadrado? Ou se um angulo é paleolitico ou espongiforme? Hã?geração ix

E ópois os setores ainda xutam preguntas parvas tipo cuantos cantos tem ‘os Lesiades”s, q é u m livro xato e q n foi escrevido c/ palavras normais mas q no  aspequeto é como outro qq e só pode ter 4 cantos comós outros, daaaah.

Ás veses o pipol ainda tenta tar cos abanos em on, mas os bitaites dos profes  até dam gomitos e a Malta re-sentesse, outro dia um arrotou q os jovens n tem  abitos de leitura e q a Malta n sabemos ler nem escrever e a sorte do gimbras foi q ele h-xoce bué da rapido e só o ‘garra de lin-chao’ é q conceguiu  assertar lhe com um sapato. Atão agora aviamos de ler tudo qt é livro desde o Camóes até á idade média e por aí fora, qués ver???

O pipol tem é q aprender cenas q intressam como na minha escola q á um curço de otelaria e a Malta aprendemos a faser lã pereias e ovos mois q são assim tipo as pecialidades da rejião e ópois pudemos ganhar um gravetame do camandro.

Ah poizé. Tarei a inzajerar?

Relato de um homem que depilou os tintins

Publicado a : 27-05-2011 | Por : ParaRir |

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Estava eu a ver TV numa tarde de domingo, naquele horário em que não se pode inventar nada para fazer, pois no outro dia é segunda-feira, quando a minha esposa se deitou ao meu lado e começou a brincar com minhas ‘partes’.
 
Após alguns minutos ela teve a seguinte ideia:
 
- Por que é que não me deixas depilar os teus ‘ovinhos’, pois assim eu poderia fazer ‘outras coisas’ com eles.
 
Aquela frase foi igual um sino na minha cabeça. Por alguns segundos imaginei o que seriam ‘outras coisas’. Respondi que não, que doeria coisa e tal, mas ela veio com argumentos sobre as novas técnicas de depilação e eu a imaginar as ‘outras coisas’, não tive argumentos para negar e concordei.
 
Ela pediu-me que me pusesse nu enquanto ia buscar os equipamentos necessários para tal feito. Fiquei a ver TV, porém a minha imaginação vagueava pelas novas sensações que sentiria e só despertei quando ouvi o beep do microondas.
 
Ela voltou ao quarto com um pote de cera, uma espátula e alguns pedaços de plástico. Achei estranhos aqueles equipamentos, mas ela estava com um ar de ‘dona da situação’ que deixaria qualquer médico urologista sentir-se um principiante.
 
Fiquei tranquilo e autorizei o restante processo. Pediu-me para que eu ficasse numa posição de quase-frango-assado e libertasse o aceso à zona do tomatal.
 
Pegou nos meus ovinhos como quem pega em duas bolinhas de porcelana e começou a espalhar a cera morna. Achei aquela sensação maravilhosa! O Sr. ‘tolas’ já estava todo ‘pimpão’ como quem diz: ‘Sou o próximo da fila!’
 
Pelo início, imaginei quais seriam as ‘outras coisas’ que aí viriam. Após estarem completamente besuntados de cera, ela embrulhou-os no plástico com tanto cuidado que eu achei que ia levá-los de viagem. Tentei imaginar onde é que ela teria aprendido essa técnica de prazer: Na Tailândia, na China ou pela Internet?
 
Porém, alguns segundos depois ela esticou o ‘saquinho’ para um lado e deu um puxão repentino. Todas as novas sensações foram trocadas por um sonoro ‘ A PUUU***** QUEEEE TE PARIUUUUUUU’, quase gritado letra por letra.
 
Olhei para o plástico para ver se a pele do meu tin-tin não tinha vindo agarrada. Ela disse-me que ainda restavam alguns pelinhos, e que precisava repetir o processo. Respondi prontamente: Se depender de mim eles vão ficar aí para a eternidade!
 
Segurei o Sr. Esquerdo e o Sr. Direito nas minhas respectivas mãos, como quem segura os últimos ovos da mais bela ave amazónica em extinção, e fui para a banheira. Sentia o coração bater nas ‘pendurezas’.
 
Abri o chuveiro e foi a primeira vez na minha vida que molhei a salada antes de molhar a cabeça. Passei alguns minutos deixando a água gelada escorrer pelo meu corpo. Saí do banho, mas nestes momentos de dor qualquer homem se torna num bebezinho: faz porcaria atrás de porcaria. Peguei no meu gel pós barba com camomila ‘que acalma a pele’, besuntei as mãos e passei nos ‘tomates’.
 
Foi como se tivesse passado molho de piri-piri. Sentei-me no bidé na posição de ‘lavagem checa’ e deixei a água acalmar os ditos. Peguei na toalha de rosto e abanei os ‘ditos’ como quem abana um pugilista após o 10° round.
 
Olhei para meu ‘júnior’, coitado, tão alegrezinho uns minutos atrás, e agora estava tão pequeno que mais parecia o irmão gémeo de meu umbigo.
 
Nesse momento a minha esposa bate à porta da casa de banho e perguntou-me se eu estava bem. Aquela voz antes tão aveludada e sedutora ficou igual a uma gralha. Saí da casa de banho e voltei para o quarto. Ela argumentava que os pentelhos tinham saído pelas raízes, que demorariam a voltar a crescer. Pela espessura da pele do meu tin-tin, aqui não vai nascer nem sequer uma penugem, disse-lhe.
 
Ela pediu-me para ver como estavam. Eu disse-lhe para olhar mas com meio metro de intervalo e sem tocar em nada, acrescentando que se lhe der para rir ainda vai levar PORRADA!!
 
Vesti a t-shirt e fui dormir, sem cuecas. Naquele momento sexo para mim nem para perpetuar a espécie humana.
 
No outro dia de manhã, arranjei-me para ir trabalhar. Os ‘ovos’ estavam mais calmos, porém mais vermelhos que tomates maduros. Foi estranho sentir o vento bater em lugares nunca d’antes soprados.
 
Tentei vestir as boxers, mas nada feito. Procurei algumas mais macias e nada. Vesti as calças mais largas que tenho e fui trabalhar sem nada por baixo.
 
Entrei na minha secção com uma andar igual ao de um cowboy cagado. Disse bom dia a todos, mas sem os olhar nos olhos, e passei o dia inteiro trabalhando de pé, com receio de encostar os tomates maduros em qualquer superfície.
 
Resultado: certas coisas só devem ser feitas pelas mulheres. Não adianta nada tentar misturar os universos masculino e feminino.

tinitins rapados

O Pau é um problema!

Publicado a : 30-04-2011 | Por : ParaRir |

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O Registo Civil de Beja recebeu o seguinte requerimento:

 

Beja, 5 de Fevereiro 2006.

 

Eu, Maria José Pau, gostaria de saber da possibilidade de se abolir o sobrenome Pau do meu nome, já que a presença do Pau me tem deixado embaraçada em várias situações. Desde já agradeço a  atenção despendida.

 

Peço deferimento,

Maria José Pau.

 

Em resposta, recebeu a seguinte mensagem:

 

Cara Senhora Pau:

 

Sobre a sua solicitação da remoção do Pau, gostaríamos de lhe dizer que a nova legislação permite a remoção do Pau, mas o processo é complicado e moroso.

Se o Pau tiver sido adquirido após o casamento, a remoção é mais fácil, pois, afinal de contas, ninguém é obrigado a usar o Pau do cônjuge se não quiser.

Se o Pau for do seu pai, torna-se mais difícil, pois o Pau a que nos referimos é de família e tem sido utilizado há várias gerações.

Se a senhora tiver irmãos ou irmãs, a remoção do Pau torná-la-ia diferente do resto da família.

Cortar o Pau do seu pai pode ser algo muito desagradável para ele.

Outro senão está no facto do seu nome conter apenas nomes próprios, e poderá ficar esquisito, caso não haja nada para colocar no lugar do Pau.

Isto sem mencionar que as pessoas estranharão muito ao saber que a senhora não possui mais o Pau do seu marido.

Uma opção viável seria a troca da ordem dos nomes.

Se a senhora colocar o Pau na frente da Maria e atrás do José, o Pau pode ser escondido, pois poderia assinar o seu nome como ‘Maria P. José’.

A nossa opinião é a de que o preconceito contra este nome já acabou há muito tempo e visto que a senhora já usou o Pau do seu marido por tanto tempo, não custa nada usá-lo um pouco mais.

Eu mesmo possuo Pau, sempre o usei e muito poucas vezes o Pau me causou embaraços.

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Atenciosamente,

Bernardo Romeu Pau Grosso

Registo Civil de Beja


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