Publicado a : 24-05-2010 | Por : ParaRir |
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Já dizia o velho ditado português:
“Mais vale um pássaro na mão, do que dois a voar”

Temos aqui um belo exemplo deste mesmo ditado, mas que neste caso será mais parecido com:
Mais vale uma rapariga no sofá, do que duas fora dele. ^_^
Ou será que fica melhor o ditado:
“Quem tudo quer, tudo perde”
hummmm… ficamos à espera de perceber qual deles é que vocês acham que fica melhor neste vídeo.
Publicado a : 18-05-2010 | Por : mysticaa |
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Um Policia chega ao trabalho todo sorridente, feliz da vida.
Um colega pergunta-lhe:
- Porque é que te estás a rir? E ele responde:
- Tive uma noite maravilhosa… estava a fazer amor com a minha mulher e quando estava quase a vir-me dei um tiro para o ar ela apanhou um susto, contraiu-se toda e gozei como o diabo… Porque é que não fazes a mesma coisa?
No outro dia o colega chega com uma cara de pau ao trabalho e o seu amigo pergunta:
– Então, deu certo?
E ele respondeu:
- Não… estava a fazer um 69 com a minha mulher. e quando estava quase a chegar o momento, dei o tiro. Ela apanhou um susto daqueles, mordeu-me a pila, borrou-se toda e ainda me saiu um gajo do armário a gritar:
- Não me mate por favor!!!
Publicado a : 16-05-2010 | Por : ParaRir |
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Devido ao falecimento do avô aos 95 anos, o jovem Camilo foi fazer uma visita de pêsames à sua avó de 90 anos.
Quando chega Camilo encontra a anciã chorando e tenta confortá-la.
Um pouco depois, quando vê a avó mais calma o neto pergunta:
- Diz-me avó, como morreu o avô?
- Morreu ao fazermos amor – Confessa a avó.
Camilo, espantado, responde-lhe que as pessoas de 90 anos ou mais, não deveriam fazer amor porque é muito perigoso.
Ao que a avó responde:
- Já só fazíamos ao Domingo, de há cinco anos a esta parte, e com muita calma, ao compasso das badaladas do sino da Igreja. Era ding para o meter e dong para o tirar…
Se não fosse o sacana do homem dos gelados com o seu sininho… o avô ainda estaria vivo.

Publicado a : 13-05-2010 | Por : ParaRir |
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Por pura coincidência, dois juízes encontram-se no corredor do acesso a um motel e, constrangidos, reparam que cada um estava com a mulher do outro.
Após alguns instantes de silêncios e de ‘saia justa’ mas, mantendo-se a compostura própria de magistrados, em tom solene e respeitoso um diz ao outro:
- Nobre colega, e não obstante este fortuito imprevisível, sugiro que desconsideremos o ocorrido, crendo eu que o CORRECTO seria que a minha mulher venha comigo, no meu carro, e a sua mulher volte com Vossa Excelência no seu.
Ao que o outro respondeu:
- Concordo plenamente, nobre colega, que isso seria o CORRECTO, sim… no entanto, não seria JUSTO, levando-se em consideração que… vocês estavam a sair… e nós estávamos a entrar…