Publicado a : 17-06-2013 | Por : ParaRir |
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Três malucos vão fazer o exame mensal no manicómio para ver se já podem receber alta. O médico pergunta ao primeiro deles:
– Quanto é dois mais dois?
– Setenta e dois – responde o maluco.
O médico abana a cabeça como quem diz “este não tem cura” e, virando-se para o segundo, repete a pergunta:
– Quanto é dois mais dois?
– Terça-feira! – responde o Segundo maluco.
Desanimado e já sem muita esperança, o médico vira-se para o terceiro:
– Quanto é dois mais dois?
– Quatro, doutor! – responde o maluco com firmeza.
– Parabéns, acertou! – felicitou o médico e curioso pergunta – E como chegou a essa conclusão?
Explica o maluco:
– Foi fácil! Pegando nas respostas dos meus amigos: setenta e dois menos terça-feira dá quatro!
Publicado a : 04-06-2013 | Por : ParaRir |
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Uma rapariga queria comprar um cão para protecção.
Foi à loja de animais, viu um que lhe agradou e perguntou ao dono da loja como era aquele animal.
O homem responde:
- Bem… Ele não gosta nada de homens…
- Perfeito! Vou levá-lo!
No dia seguinte, num parque de estacionamento, um homem começa-se a aproximar da rapariga.
Neste instante ela pensa: “É agora que vou ver se o dono da loja tinha razão…”
À medida que o homem se aproxima, a rapariga percebe que o sujeito da loja realmente tinha razão, e que o cão não gostava mesmo nada de homens.
Numa questão de segundos, o cão fugiu para debaixo de um carro.
Publicado a : 02-06-2013 | Por : ParaRir |
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* O que a Mulher diz:
Vamos lá! Este lugar está uma bagunça!
Nós dois precisamos limpá-lo!
Suas camisas estão jogadas no chão
e se não as limparmos agora mesmo você
vai ficar sem roupas para vestir.
* O que o Homem ouve…
bla, bla, bla, bla, VAMOS LÁ!
bla, bla, bla, bla, NÓS DOIS
bla, bla, bla, bla, NO CHÃO
bla, bla, bla, bla, AGORA
bla, bla, bla, bla, SEM ROUPAS!
Publicado a : 23-05-2013 | Por : ParaRir |
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A mulher acorda no meio da noite e constata que o marido não está na cama.
No silêncio da noite ela ouve um resmungo no andar de baixo. Ela desce as escadas, procura por toda parte, mas não consegue encontrá-lo.
Escuta um lamento, como alguém soluçando. Ela, então, desce até o porão e encontra o marido, encostado a um canto, virado para a parede e a soluçar como uma criança.
Ela pergunta:
– O que aconteceu?
Ele responde:
– Lembra-se do dia que seu pai nos apanhou na cama, quando tu tinhas dezasseis anos?
– Sim, lembro! – responde ela.
– Lembra-se que ele disse que eu tinha duas alternativas?
– Lembro!
– Ou casava com você ou pegava vinte anos de cadeia?
– Sim!
O marido quase se desmanchando de chorar:
– Hoje é o dia em que eu estaria saindo da cadeia e estaria LIVRE!