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Pára o ACTA antes que o ACTA te pare a ti!

Condução Alentejana

Publicado a : 19-12-2011 | Por : ParaRir |

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Encontram-se dois alentejanos no meio da rua.

Pergunta um deles: “Atão compadri, já conseguiste a carta de condução ?”
Responde o outro: “nam, chumbê”
Pergunta o primeiro: “como é que foi isso ?”
Resposta: “ora cheguê a uma rotunda onde tava um sinal a dizer 30 !”
“E atão ?”
“Dê 30 voltas à rotunda”
“E depois”
“Chumbê”
Diz o primeiro: “atã contaste mal ?!?!?!”

Sinal de Rotunda

ParaRir.com – cada vez com mais funcionalidades!

Publicado a : 10-12-2011 | Por : ParaRir |

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Partilha piadas para rirÉ cada vez mais fácil partilhares as piadas do pararir.com! Adicionámos uma barra lateral em cada post individual, que te permite facilmente Gostares de um dos nossos artigos no facebook,”Tweetálo”, partilhá-lo na nova rede social, o Google plus ou simplesmente enviá-lo por mail aos teus amigos!

Para além disso introduzimos no final de cada post um botão chamado Impressão Fácil – ao carregares abre-te uma página de impressão da piada que escolheste, completamente customizável e que e vai permitir imprimir facilmente o artigo para mostrares aos teus amigos e colegas de trabalho! Podes também criar um ficheiro PDF da piada, com a magia de único clique!

Experimentem estas novas funcionalidades do ParaRir.com e escrevam nos comentários deste artigo a vossa opinião sobre estas novas opções de partilha das nossas piadas!

Adão e Eva no Paraíso

Publicado a : 09-12-2011 | Por : ParaRir |

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Adão e Eva no ParaísoUm alemão, um francês, um inglês e um português apreciam o quadro de Adão e Eva no Paraíso.

O alemão comenta:

- Olhem que perfeição de corpos: Ela, esbelta e espigada; Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados. Devem ser alemães.

Imediatamente, o francês contesta :

- Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras: Ela, tão feminina, Ele, tão masculino, Sabem que em breve chegará a tentação. Devem ser franceses.

 Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta :

- Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.

Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa, o português declara :

- Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, tão na m****, Só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam , só pensam em sexo, e pior, acreditam que estão no Paraíso . Só podem ser portugueses!

Cientistas de Pé: Stand-up Comedy Ciêntifica a não perder!

Publicado a : 01-12-2011 | Por : ParaRir |

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Nem a ciência escapa à stand up comedy – os Cientistas de Pé gostam de pôr as pessoas a rir com biologia, ambiente ou arqueologia.
 
Ao subir ao palco, Sónia Negrão entra a matar. Diz-se especialista em arroz, «arroz de pato, arroz de cenoura» e apresenta o cartão de visita – é uma engenheira agrónoma. «Já sei o que vocês estão a pensar», continua Sónia. «Engenheira agrónoma, engenheiro Sousa Veloso». E confessa que achava este seu antigo colega «sexy. Devia ser das patilhas». Mas, ao contrário do simpático apresentador do clássico da RTP1, TV Rural, Sónia é uma «sexóloga do arroz», uma planta que se «diverte sozinha» porque é hermafrodita, isto é tem ao mesmo tempo os dois órgãos sexuais. Ou, de acordo com Sónia, «tem um pénis e um cérebro». A plateia já exulta nesta fase. Sónia tinha sido o terceiro elemento do grupo de stand up comedy Cientistas de Pé a entrar em cena na Fnac do Colombo (Lisboa).
 
O biólogo Bruno Pinto iria suceder-lhe, apresentando ao público a sua grande preocupação com os recursos naturais. Pinto arriscou logo uma definição deste conceito: «Uma das formas naturais de gerir um recurso natural é metê-lo ao bolso antes que outros o façam». E recorda um dos poucos destes recursos que ainda é de todos, o ar. Pelo menos, até o primeiro-ministro se lembrar de o privatizar…

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Mas a actuação dos Cientistas de Pé não foi a pagar. Estavam ali para apoiar o lançamento do livro Darwin aos Tiros e Outras Histórias de Ciência, do físico Carlos Fiolhais e do bioquímico David Marçal, que também é fundador do grupo de stand up. O humor cruzou-se das piadas em palco à versatilidade das histórias científicas contadas no livro, distribuídas por todas as disciplinas das ciências e até das pseudociências.

O percurso de David Marçal foi traçado entre o laboratório e as crónicas humorísticas n’ O Inimigo Público, suplemento satírico do diário Público. A certa altura, as experiências encontraram-se pelo caminho e Marçal percebeu que «se escrevesse piadas sobre ciência criava um nicho. Se escrevesse piadas sobre outros assuntos», brinca, «tinha de ter mais piada que os outros, o que nunca me pareceu uma boa estratégia».

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Enquanto gere o grupo que fundou em 2009 – e que já sofreu, este ano, uma remodelação, devido à inevitável ‘fuga de cérebros’ nestes ofícios – Marçal está a tirar pós-doutoramento na sua área, depois de ter sido investigador no Instituto de Tecnologia Química e Biológica da Universidade Nova de Lisboa.

Já tinha passado por uma experiência teatral, no grupo Teatro do Oprimido, que deve as técnicas de representação ao princípio de que todos somos actores, até os espectadores, doutrina do dramaturgo brasileiro Augusto Boal (1931-2009). Por sinal, Boal também cruzava uma área artística com a ciência, pois era químico de formação.

A ideia dos Cientistas de Pé é evidente. Tentar comunicar ciência com humor, numa linguagem acessível. As tarefas são asseguradas pelo apoio de David Marçal nos textos e do encenador Romeu Costa na libertação da linguagem corporal. Afinal, trata-se de cientistas e não de actores.

Vindos das mais diversas áreas, dizem que aprendem muito sobre outras ciências, já que a escrita é debatida permanentemente. Da bioquímica à biologia marinha, passando pela arqueologia, tudo é discutido. Leonor Medeiros representa esta última disciplina e confessa que a maior dificuldade que sentiu foi dedicar-se «à escrita com piada».

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A selecção é feita a partir de audições anunciadas pelo blogue do grupo (http://cientistasdepe.blogspot.com/) ou pelo Facebook dos Cientistas de Pé.  João Cruz, biólogo marinho, foi dos que respondeu à chamada. Criou um rap num dos espectáculos anteriores e voltou à carga com ele no Colombo. «É uma forma mais divertida de comunicar a ciência». Concorrência aos Buraka Som Sistema? Não, «eles são da Reboleira. Mas Reboleira Som Sistema não ia soar muito bem…».

Joaquim Paulo Nogueira, o único actor do grupo, é doutorando em Ciências da Comunicação. A experiência dos palcos não foi um salvo-conduto para o stand up: «Tenho uma incapacidade completa de contar anedotas». Mas o tempo passado com os Cientistas de Pé serviu-lhe para superar a crónica falta de piada. Ou não fosse o riso, como disse Joaquim na apresentação, «o Prozac dos pobres»…

 

Este artigo foi escrito pelo jornalista Ricardo Nabais e publicado originalmente no Jornal SOL, tendo sido republicado no pararir.com com a autorização expressa do autor.

 

A próxima actuação dos Cientistas de Pé vai ser dia 5 de Dezembro às 19:30h no Museu da Ciência da Universidade de Coimbra! Quem estiver por lá dê uma saltada e solte uma risada com os cientistas de pé! ^_^’

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